Comunicamos que sairemos de ferias coletivas do dia 25/12/2017 e retornaremos em 08/01/2018.

LUBRIFICANTES PARA COMPRESSORES

Óleo para Compressor Molykote

Quando o óleo para compressor é desenvolvido, as principais preocupações inerentes ao óleo em si é qual a sua capacidade de resistir aos agentes oxidantes como oxigênio e calor. Os óleos minerais comuns costumam perder suas características lubrificantes rapidamente graças a esses dois agentes. Foi pensando nisso que a Molykote desenvolveu óleos de mais qualidade, que conseguissem manter a capacidade lubrificante mesmo após longos períodos de uso.

Oleo para compressorO óleo para compressor Molykote se destaca pela qualidade e eficiência. Mesmo após diversas horas de uso, consegue manter sua função detergente, antioxidante e resfriadora dentro do compressor. Além disso consegue manter a viscosidade dentro do ideal por mais tempo. Em situações normais de uso o óleo pode chegar a durar até 12.000 horas.

Oferecemos serviços de coleta de amostra para teste em laboratório. Os testes são sempre realizados por laboratórios de renome no mercado. Nossa equipe acompanha os resultados de perto para que a equipe de manutenção possa ficar tranquila quanto a confiabilidade do produto.

Diminua os custos com troca de componentes durante a revisão: temos opções de óleos sintéticos, minerais e hidrocraqueados.
O óleo Molykote atende e excede o desempenho normal da maioria dos compressores, pois são totalmente compatíveis com os sistemas projetados para óleos minerais. Ele se destaca por  aumentar o período de troca e economia na reposição de filtros e elementos separadores. Ao optar pelo óleo para compressor da Molykote você também reduz o consumo de energia, o que também reduz o custo de energia elétrica.

Óleo para Compressor de Ar

compressor ar parafuso

Óleo para Compressor Ingersoll Rand

Compressor Ingersoll Rand

Óleo para Compressor de Amônia

compressor de amonia

O óleo adequado para cada tipo de compressor

Os primeiros compressores de ar comumente usados na indústria eram de pistão, porém o aumento da preocupação com o meio ambiente (o óleo tende a escapar no ar neste tipo de compressor) e com o desperdício de óleo que era comum neste tipo de equipamento, fez com que a tecnologia avançasse no desenvolvimento de novas máquinas, como os compressores de parafuso e centrífugos. Estes tipos são mais amigáveis ao meio ambiente e consomem menos óleo lubrificante e energia elétrica.

Os novos tipos de compressores resolveram esses problemas, porém aumentaram a demanda sobre a qualidade do óleo.
Os óleos minerais em compressores parafuso são trocados com frequência para evitar o envernizamento. Os óleos sintéticos foram desenvolvidos para resolver este problema. Já existem inclusive óleos biodegradáveis para compressor, porém ainda estão em estado inicial de desenvolvimento. Outro motivo pelo qual os óleos sintéticos foram desenvolvidos era a necessidade de se reduzir a quantidade de mão-de-obra despendidos na manutenção do equipamento. Os compressores que rodam com óleo sintético necessitam de menos manutenção, o que reduz custos com a mão-de-obra.
O desenvolvimento de novos óleos mais modernos também foi de encontro com a nova tendência de eficiência-energética, já que com menos envernizamento, há menos resistência contra as peças móveis.

Graças à combinação de calor e oxigênio inerente aos compressores, a resistência dos óleos são levados ao extremo do que podem suportar.
A vida útil de um óleo sintético pode chegar a 12.000 horas, podendo variar de acordo com as condições de ambiente. Em condições severas os óleos minerais normalmente duram apenas 1000 horas.

Economia no uso do óleo sintético

Um compressor de parafuso que necessita de 120 litros de óleo sintético para um dado período, necessitaria de 600 litros de óleo mineral para o mesmo período. Isso representa uma economia de 13% em custos com óleo. Adicionando a essa conta economia em mão-de-obra, estoque, filtros, separadores, a economia pode chegar em 40%.
A partir de 80º celsius, a vida útil de um óleo mineral cai pela metade a cada 6º célsius de aumento na temperatura, acelerando o envernizamento e capacidade lubrificante de óleo.
Já os óleos sintéticos suportam picos de temperatura de até 120º célsius sem degradar o lubrificante.

Sistema de lubrificação

Dentro de um compressor, o óleo recircula em um sistema fechado. Ele flui do compressor para o tanque receptor, que contém o separador de óleo. De lá, flui através de um filtro, para um refrigerador, e depois de volta para o compressor.
O envernizamento pode provocar entupimento do sistema de refrigeração ou do sistema de separação, ou interromper o fluxo de óleo para os rolamentos, causando falha no equipamento.
Dentro do sistema, a temperatura pode chegar a mais de 100 graus célsius, o que provoca rápido ataque ao lubrificante. A alta temperatura acelera as reações químicas entre o oxigênio, impurezas e o óleo, causando aumento de viscosidade de óleo e perda da capacidade lubrificante.

Tipos de compressores

Atualmente os três tipos de compressores mais usados na indústria são: pistão, parafuso e centrífugo. Cada um tem especificidades diferentes quanto à lubrificação.

Lubrificação em compressor de pistão

O compressor de pistão de simples efeito é menor, e são normalmente lubrificados com óleos minerais, com aditivos para resistir à altas temperaturas (que chegam a picos de 200º Celsius) e aditivação anti-desgaste. Normalmente não há filtragem do óleo, e o lubrificante fica no cárter e lubrifica o compressor através do salpico causado pelo movimento das próprias peças.
Devido à essas condições severas de temperatura, neste tipo de compressor o óleo compromete sua qualidade mais rapidamente, necessitando trocas mais frequentes, se o uso do equipamento for constante.

O compressor de ar de pistão de duplo efeito costuma ser maior que de simples efeito. Uma cruzeta separa o cilindro, onde ocorre a compressão, do cárter de óleo, permitindo o uso de dois tipos de lubrificantes que atendem melhor cada parte específica de compressor. O ambiente do cárter deste tipo de compressor é mais “ameno”, permitindo o uso de óleos minerais. A temperatura não ultrapassa 93º celsius, com pouca presença de ar, o que impede a oxidação precoce do óleo. Nesta aplicação, o óleo pode durar anos até que seja necessária a sua troca.

Lubrificação em compressor de parafuso

Compressores de ar parafuso são pequenos e eficientes. Os cartes são proporcionalmente menores, demandando menos quantidade de óleo.
Características do óleo lubrificante para este tipo de máquina:
Volatilidade baixa, para que o óleo não escape junto com o ar.
Proteção anticorrosiva, pois o ar que entra em contato com o óleo tem contaminante e umidade.
Por fim, outra grande preocupação neste tipo de compressor é o envernizamento. O envernizamento causa quebra dos rolamentos, aumento de temperatura, aumento do gasto de energia, entre outros problemas.

Lubrificação em compressores centrífugos

Em compressores centrífugos, o óleo não interage com o ar que está sendo comprimido de nenhuma maneira. O fluido serve apenas para lubrificar o rolamento e as engrenagens. Graças a estas características, o óleo não necessita de alta estabilidade oxidativa.
O lubrificante não deve envernizar de maneira alguma, pois as esferas dos rolamentos trabalham com espaços extremamente limitados. Qualquer espaço ocupado por óleo envernizado poderá levar a quebra do rolamento. Portanto, é essencial que se fique de olho na viscosidade.

Quando não usar óleos sintéticos

Em aplicações onde há contaminação do óleo através de elementos químicos como gases ácidos, que estragam o lubrificante rapidamente. Nestes casos, é melhor economicamente usar minerais, e troca-los a cada 1000 horas.

Análise de óleos

As análises são importantes para determinar como a viscosidade está se alterando ao longo do tempo. Também avalia se existem contaminantes no fluído. Desta forma reduz- se o risco de demorar demais a fazer a troca antes da quebra do compressor.

Intervalo de troca

O intervalo de troca conservador para óleo de compressor parafuso é de 8000 horas. Se o cliente fizer uso de análises laboratoriais, é possível estender este em mais 4000 horas extras.
É importante sempre tirar o máximo de óleo antigo do cárter, já que ele pode facilmente contaminar o novo lubrificante.
Para compressores centrífugos, a quantidade de horas pode chegar em 50.000 horas se usados óleo avançados como de Polyglycol. Estimativas conservadoras recomendam a troca em até 16.000 horas. Tudo depende do ambiente no qual o compressor está operando.

Reciclagem

A legislação brasileira já prevê que o importador e fabricante de lubrificante deve recolher uma porcentagem do óleo produzido pela fábrica. Porém, cabe a cada cliente final dar o destino certo e seguro para o fluído usado. É importante que a empresa contratada seja devidamente registrada para esta atividade na ANP, IBAMA e CETESB.